NSC Law é destaque no Jornal Valor Econômico

NSC Law é destaque no Jornal Valor Econômico

O advogado Jonathan Saragossa, sócio de Nicola, Saragossa e Campos Advogados, escritório especializado em falência e cliente Tawil em Public Relations, falou ao Jornal Valor sobre a liberação do pedido da Tex Barred’s Mod contra o desconto de recebíveis de cartões de débito e crédito feito pelos bancos Itaú Unibanco e Banco do Estado do Rio Grande do Sul.

 

 

De acordo com Saragossa, é comum bancos pedirem para empresas de vareja, como garantia fiduciária, a conta de recebíveis com cartões de débito e crédito.

“Se os bancos retêm toda a receita das redes de varejo, elas acabam quebrando por falta de recursos”, diz o advogado.

Nicola, Saragossa e Campos é destaque no Portal Infomoney

Nicola, Saragossa e Campos é destaque no Portal Infomoney

O advogado Jonathan Saragossa, sócio de Nicola, Saragossa e Campos Advogados, escritório especializado em falência e recuperação judicial e cliente Tawil em Public Relations, foi destaque no Portal Infomoney.

A reportagem destacou que o número de recuperações judiciais concedidas em janeiro e fevereiro teve um aumento de 220%, na comparação com os dois primeiros meses do ano passado. Segundo o Dr. Saragossa, o principal problema para o empresário brasileiro é saber a hora certa de ajuizar um processo de recuperação judicial: “Muitos procuram ajuda somente quando a empresa já está em um estado crítico, o que acaba dificultando ou inviabilizando o reerguimento dela”.

NSC Law comenta aumento nos pedidos de recuperação judicial

NSC Law comenta aumento nos pedidos de recuperação judicial

Nesta quarta-feira (18.01), o sócio do escritório Nicola, Saragossa e Campos Advogados, Jonathan Saragossa, cliente Tawil em Assessoria de Imprensa, foi destaque no Jornal DCI falando sobre o aumento nos pedidos de recuperação judicial.

De acordo com a matéria, o crescimento no número de pedidos tem como uma das causas o uso desse instrumento por empresas que estão prestes a falir. Um dos motivos apontados é a falta de uma apuração mais efetiva para evitar que companhias façam o pedido somente com a intenção de fugir das dívidas ou ganhar tempo.

O Dr. Jonathan Saragossa acredita que um outro fator que influencia esse aumento é a ordem de pagamento prevista em Lei: em primeiro lugar recebem os trabalhadores, depois o credor com garantia real, o fisco e, por último, os fornecedores e demais credores sem garantia:

“Se a empresa tem uma gama pequena de ativos, o valor arrecadado não chega nem ao pagamento do fisco, então é melhor aceitar uma recuperação do que perder tudo.”

Nicola, Saragossa e Campos Advogados no DCI

Nicola, Saragossa e Campos Advogados no DCI

O Dr. Jonathan Saragossa, sócio do escritório Nicola, Saragossa e Campos Advogados, especializado em recuperação judicial e cliente Tawil em relações com a mídia, falou ao DCI sobre a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que o plano de recuperação judicial vale para todo credor.

A reportagem explica que mesmo quem não participou ou votou contra o acordo em assembleia não terá direito a outras formas de cobranças; relator considera inviável restringir efeitos de cláusulas a quem foi a favor.

Para Saragossa, “desde que haja uma cláusula prevendo essa garantia no plano de recuperação, o banco não poderá fazer a cobrança e isso pode beneficiar algumas empresas, pois se uma recuperação tiver conclusão em um prazo de dez anos, a dívida será cobrada apenas após esse período”.

A matéria na íntegra pode ser lida aqui.